28 de fev. de 2008

Infra-estrutura

4. INFRA-ESTRUTURA SOCIAL
Em relação às condições habitacionais dos irrigantes, a pesquisa indica que a grande maioria dos mesmos (94,2%), realizou pelo menos uma reforma na casa.
Vale lembra que grande parte dos irrigantes da chamada 2ª Etapa não recebeu suas casas prontas do DNOCS, tendo que construí-las em sua totalidade. Quanto à qualidade das estradas de acesso aos lotes, a maioria de 66,7% considera que as mesmas estão boas. Se compararmos com os dados do Marco Zero 25 – onde esse percentual era de 60,9% - podemos registrar um aumento de 9% em termos de satisfação dos irrigantes sobre esse tema.


Em relação ao tipo de abastecimento de água, pode-se afirmar que uma minoria possui água encanada, com 15,2%. Por outro lado esse número dobrou em relação ao Marco Zero, que registrou apenas 7,8%.
É válido frisar que a maioria ainda utiliza cacimbas e poços, respectivamente com 52,1% e 32,7% .

A tabela a seguir aponta que a maioria dos entrevistados com 86,9% realiza algum tipo de tratamento na água de beber: 56,4% utilizam a cloração, 29,9% 45,3% bebem água filtrada e 0,6% utilizam a fervura,
Contudo, apesar de todo o trabalho dos agentes de saúde e demais campanhas preventivas e educativas, ainda existem famílias que não adotam qualquer tipo de tratamento ou apenas coam a água, com 13,1% das respostas, o que não é um método eficaz.
Por outro lado, se compararmos com os dados do Marco Zero podemos verificar que houve um significativo aumento – na ordem de 12% - da utilização de métodos de tratamento da água considerados eficazes. Vejamos a tabela 09.

Quanto ao destino dos dejetos humanos, a grande maioria das casas possui fossa do tipo rudimentar (comum) com 99,8% dos casos, o que aponta que o Perímetro não evoluiu em termos de saneamento básico.

Quanto à coleta do lixo doméstico, o Poder Público Municipal não dispõe de coleta sistemática do lixo, ocasionando que a maioria das famílias – com 83,2% - precisa queimar seu lixo, o que não é uma técnica ambientalmente correta. As duas tabelas a seguir tratam da opinião do irrigante sobre o estado de conservação dos canais bem como dos serviços de recuperação realizados pelo Distrito: a maioria de 87,5% afirmou estarem satisfeitos com o estado de conservação dos canais. Ao serem indagados sobre a existência de serviços de recuperação dos canais no ano passado, a maioria de 86,5% afirmaram que tiveram conhecimento sobre os serviços executados.
Esse dado é muito positivo, pois aponta que os irrigantes tanto estão atentos em relação aos serviços executados pelo Distrito, como estão satisfeitos com os resultados alcançados. Verifiquemos as tabelas 12 e 13 a seguir:

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